quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

NUTRICÃO: FRUTAS, VERDADES E MITOS



É recomendado o consumo de 2 a 4 frutas por dia pelo seu conteúdo em vitaminas e minerais.
Podemos consumir as frutas na hora do lanche, como sobremesa, nas receitas doces e salgadas.
Mas será que nós as conhecemos realmente? Muitos mitos circulam na internet a propósito das frutas, aqui seguem algumas informações esclarecedoras:

Verdadeiro ou falso?
- Para se obter todas as vitaminas de uma fruta, devemos consumi-la em jejum!
Falso: as vitaminas serão bem assimiladas se as comemos em jejum ou depois de uma refeição. As informações na web dizendo que comer frutas em jejum fornece mais energia para a perda de peso também são falsas. Algumas pessoas serão pouco saciadas quando comerem somente uma fruta, sem uma fonte de proteínas. Além do mais as frutas são ácidas e come-las em jejum pode causar queimação no estômago (azia) nas pessoas sensíveis.

- Para perder peso, não se devem comer frutas logo depois de uma refeição!
Falso: Pouco importa o momento em que se come uma fruta. As frutas contribuem para a perda de peso porque elas oferecem um baixo teor energético, no entanto, comer frutas logo depois de uma refeição pode causar a sensação de estar estufado (gazes), principalmente nas mulheres que estão na menopausa, mas não faz engordar, apenas causam um desconforto digestivo.  Por isso as pessoas que tem esse problema devem comer frutas uns 30 minutos depois da refeição.

- É melhor comer frutas frescas que tomar suco!
Verdadeiro: as frutas frescas são ricas em fibras que contribuem com a sensação de saciedade o que não acontece com o suco de frutas.
A Sociedade Americana de Pediatria recomenda de não ultrapassar 250ml (um copo) de suco por dia para as crianças, oferecendo a elas frutas ao invés do suco.
A nutricionista Isabelle Huot recomenda aos seus clientes que estão inscritos no programa de perda de peso de não consumir muito suco e optar sempre por sucos sem adição de açúcar.

- Não se deve fazer curas a base frutas!
Verdadeiro: mesmo que as frutas sejam excelentes, não é recomendado fazer curas porque desta forma o organismo é privado dos elementos nutritivos presentes nos outros grupos alimentares. Se alimentar de maneira equilibrada é o melhor caminho para manter a saúde e o peso.

- Frutas cozidas não fornecem nenhuma vitamina!
Falso: as frutas cozidas perdem um pouco das vitaminas, principalmente a vitamina C, sensível ao calor, mas ainda assim, são uma boa escolha alimentar, pois continuam sendo uma fonte significativa de várias vitaminas, mesmo depois do cozimento.  Além do mais, as compotas de frutas são de mais fácil digestão para pessoas com os intestinos fragilizados.

- As frutas congeladas contêm a mesma proporção de vitaminas que as frutas frescas!
Verdadeiro: vários estudos demonstraram que as frutas congeladas nos fornecem os mesmos nutrientes que as frescas. As frutas são congeladas logo após a colheita, permitindo, deste modo, conservar ao máximo seu teor de vitaminas. Tomando a precaução de não consumir frutas congeladas com adição de açúcar, estas representam uma excelente escolha, principalmente fora da temporada, quando a oferta de determinadas frutas é limitada.

- As frutas são muito ricas em açúcar para serem saudáveis!
Falso: as frutas contêm açúcar natural acompanhado de vários antioxidantes, vitaminas e fibras que são altamente benéficos para a saúde. Não se pode comparar o açúcar contido em uma fruta com àquele contido num bolo ou torta. É recomendado o consumo de duas a quatro porções de frutas por dia por causa do seu precioso conteúdo em vitaminas e sais minerais.

Isabelle Huot. Le journal de Montreal, votre vie, lundi, 10 jan 2011.
Tradução e adaptação : Nair.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

MANJAR BRANCO



1 lata de leite condensado
2 ½ medidas de leite (medida da lata)
1 vidro de leite de coco (200ml)
½ xícara de maisena

Calda
1 ½ xícara de açúcar
150g de ameixa preta
1 pedaço de pau de canela
2 cravos da índia
2 ½ xícaras de água

Modo de preparo do manjar
Misture todos os ingredientes numa panela e leve ao fogo mexendo sempre até obter um creme espesso. Retire do fogo e despeje em uma forma com furo central molhada ou levemente untada com óleo, espere esfriar e leve a geladeira por 4h. Depois desinforme e coloque a calda por cima e as ameixas ao redor.

Modo de preparo da calda
Misture os ingredientes e leve ao fogo, cozinhe por cerca de 10 min após ter iniciado a fervura. Retire do fogo, deixe esfriar e sirva com o manjar.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

VIDA NOVA PARA VELHOS OBJETOS



Reutilizar um vidro antigo de perfume com vaporizador:
Para colocar um novo perfume num vidro de perfume antigo ou num vaporizador de bolsa, deve-se em primeiro lugar eliminar o odor do perfume anterior. Para isso encha o vidro vazio com álcool, feche e acione o spray ou vaporizador até que espirre um pouco do álcool. Deixe agir durante 3 dias, depois lave e seque bem o vidro. A antiga fragrância será neutralizada e você poderá colocar o novo perfume.

Sobras de papel de presente:
O papel de presente que sobrou pode ser utilizado para forrar gavetas. Assim as gavetas se conservam limpas e o papel protege o fundo das gavetas.

Saleiros e pimenteiras velhos:
Podem servir como castiçais, é só pingar um pouco de cera no fundo e fixar a vela.

Caneca em cerâmica ou louça:
Pode ser usada na mesa do escritório como porta lápis e canetas. Ou no atelier de pintura para guardar os pincéis e lápis de cor.

PRATOS MARINADOS



O fato de marinar os alimentos como carnes, aves e peixes, em molhos especiais os tornam macios e dá um sabor especial e marcante.
O tempo em que um alimento fica marinando pode durar 15min ou até 2 dias. De um modo geral quanto mais tempo um prato ficar marinando mais acentuado será o sabor e mais macio será o alimento.

Marinada ao vinho branco e ervas – ideal para peixes e aves:
Misture 20cl de vinho branco seco, 2 colheres de sopa de azeite de oliva, 2 cebolas picadas e 1 colher de sopa de ervas frescas picadas, coloque uma pitada de pimenta.

Marinada ao vinho tinto seco – ideal para carnes vermelhas e carne de caça:
Misture meia garrafa de vinho tinto seco, 2 colheres de sopa de azeite de oliva, 1 cebola pequena picada, 1 folha de louro, 1 colher de café de grãos de pimenta esmagados, 1 dente de alho esmagado e 3 colheres de café de alecrim fresco ou desidratado e por ultimo acrescente uma pitada de pimenta.

Marinada de limão e ervas – ideal para peixes e cordeiro:
Misture 3 colheres de sopa de suco de limão, 3 colheres de sopa de vinagre de vinho branco, 1 colher de sopa de azeite de oliva, 1 dente de alho esmagado, 1 colher de café de raspas de limão, 2 colheres de café de salsa picada, 2 colheres de café de cebolinha verde picada, 3 colheres de café de alecrim fresco picado ou desidratado.

Marinada picante – ideal para carne de cordeiro, porco, gado e peixe:
Misture ¼ l de xeres seco (ou cachaça), 6 colheres de sopa de molho de soja, 6 colheres de sopa de molho hoisin, 2 dentes de alho esmagados, 2 colheres de café de gengibre fresco ralado, 4 cebolas picadas e 2 colheres de café de molho chili forte ou outro molho de pimenta.

Fonte: Cuisine minceur. Donna Hay. USA : Trident Press. 2004.

domingo, 19 de dezembro de 2010

O CORVO



Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de alguém que batia levemente a meus umbrais.
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais."
Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!
Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais".
E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.
A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.
Isso só e nada mais.
Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais."
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
"É o vento, e nada mais."
Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
Foi, pousou, e nada mais.
E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."
Disse o corvo, "Nunca mais".
Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome "Nunca mais".
Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".
Disse o corvo, "Nunca mais".
A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais
Era este "Nunca mais".
Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu'ria esta ave agoureia dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele "Nunca mais".
Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!
Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
"Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,
Libertar-se-á... nunca mais!

De Edgar Allan Poe – tradução de Fernando Pessoa.

REAPROVEITANDO AS SOBRAS



Sobrou arroz:
Podem-se preparar bolinhos de arroz:
2 xícaras de arroz cozido
1/2 xícara de queijo ralado
1/2 xícara de leite
2 colheres (sopa) de cheiro verde picado
1 colher (sopa) rasa de fermento em pó
1/2 xícara de amido de milho
1/2 xícara de farinha de trigo
3 ovos
Óleo para fritar.
Misture todos os ingredientes. Frite a colheradas em óleo quente, deixando dourar de ambos os lados. Escorra sobre papel absorvente.

Sobrou mandioca cozida:
Pode-se cortar a mandioca e tiras e fritar em óleo quente, escorrer em papel absorvente.

Sobrou polenta:
Cortar a polenta em fatias e fritar em óleo quente ou assar numa chapa quente de ambos os lados e colocar uma fatia de queijo em cima pra derreter.

Sobrou pão, o pão endureceu:
Pode-se preparar croutons:
Sobras de pão cortado em cubinhos
Azeite,
Sal, pimenta e temperos (cheiro verde picadinho, ervas finas, orégano ou manjericão).
Numa frigideira colocar o azeite os cubinhos de pão e temperar e ir fritando até dourar. Ou colocar os pedacinhos de pão numa forma, regá-los com o azeite, temperar e levar ao forno para torrá-los.
Podem ser servidos em acompanhamento de sopas e nas saladas de folhas verdes.

Com as sobras de pão podemos fazer rabanada:
Aqui seguem duas receitas de rabanada uma frita e outra assada:
Rabanada


1 lata(s) de leite condensado

1 lata(s) de leite
3 ovos
4 fatias de pão
Açúcar e canela em pó para polvilhar
Misture o leite condensado e o leite. Bata os ovos com um garfo. Esquente o óleo numa frigideira, mas não deixe ficar muito quente. Passe as fatias de pão na mistura de leite e depois nos ovos batidos. Frite até dourar de ambos os lados. Passe no açúcar com canela.

Rabanada assada
Pãezinhos amanhecidos
1 lata de leite condensado
A mesma medida de leite
3 ovos
Açúcar e canela em pó para polvilhar
Margarina para untar
Corte os pãezinhos em fatias espessas e passe margarina apenas num dos lados. Coloque-os em assadeira untada com lado da manteiga para cima, um ao lado do outro. Bata no liquidificador o leite condensado, o leite e os ovos. Coloque a mistura por cima dos pãezinhos. Asse até que o creme fique firme. Misture o açúcar com a canela e polvilhe a rabanada ainda quente.

Sobrou carne do churrasco:
Pode-se preparar um Arroz de Carreteiro com os restos de carne assada do churrasco:
Pedaços de carne cortados em cubos
Cebola picada
Arroz
Óleo
Água quente
Sal e pimenta a gosto.
Numa panela fritar a cebola num pouco de óleo, acrescentar a carne e depois o arroz, fritar mais um pouco e acrescentar água suficiente para cobrir, temperar e cozinhar em fogo brando até amolecer o arroz. Ir acrescento água se necessário. Deixar secar, e servir.

Sobrou lingüiçinha (ou carne do churrasco)
Pode-se preparar uma farofa:
Lingüiçinha ou carne do churrasco cortada em pedacinhos
Cebola e alho picado
Um pouco de óleo
Cheiro verde picado
Farinha de mandioca
Sal e pimenta a gosto.
Fritar a cebola e o alho num pouco de óleo, acrescentar a lingüiçinha (ou a carne), fritar bem, temperar, colocar a farinha de mandioca mexendo sempre. Está pronto.

Sobrou vinho (Tinto seco ou branco seco)
Sobrou meia garrafa de vinho ou um pouco menos. Pode-se colocar o vinho em forminhas de gelo, levar ao congelador e depois de congelado colocar em saquinhos para serem armazenados no congelador para utilização posterior.

O vinho tinto pode ser usado no preparo de pratos a base de carne como molho madeira, por exemplo, ou bife bourguignon ou ainda para marinar as carnes vermelhas.
O vinho branco pode ser usado no preparo de peixes como um salmão ao vinho branco ou para marinar os peixes.

domingo, 21 de novembro de 2010

A CONSAGRACÃO DA COZINHA FRANCESA PELA UNESCO


Assim como as pirâmides de Guizé, Stonehenge e o castelo de Versalhes, a “refeição gastronômica francesa” passou a fazer parte do patrimônio da humanidade.
É a primeira vez que um tipo de culinária é inscrito na prestigiosa lista.
Autentica e generosa, a cozinha francesa se define como uma pratica social costumeira ameaçada pela “junk food”, a agricultura intensiva e pela nossa “vida moderna” rápida e sem convivência.

A arte de comer e beber bem.
Aperitivo: primeiro momento da degustação que é simples, variado e informal. Os alimentos servidos em pequenas quantidades são diversos: petiscos, frios, biscoitos, frutos do mar, frutas, legumes, champanhes, vinhos, bebidas alcoólicas e bebidas sem álcool.

Entrada: Primeiro prato para abrir o apetite. As porções são sempre em pequenas quantidades: sopa, caldo de frutos do mar ou peixe, ostras, terrinas, tártaros, foie gras.

Prato principal (peixe e/ou carne com legumes):
Carnes vermelhas: bife, coq au vin, jarrete de porco, guisado de vitela, bife bourguignon, pato, pernil de cordeiro assado, cassoulet toulousin, chouriço, coelho ensopado.
Peixes: coxas de rã, filé de salmonete, atum grelhado, bacalhau cozido, robalo.
Acompanhamentos: gratin dauphinois, cepes (cogumelos também chamado porcini), juliana de legumes.

Queijos: para todos os gostos, do mais picante ao mais aveludado, do queijo de vaca ao queijo de cabra... Existem entre 350 e 400 tipos de queijos.

Sobremesa: torta Tatin, fondants au chocolat, creme brûlée,  flans, financier (biscoitos)…

Digestivo: bebidas alcoólicas ou não que se toma habitualmente no fim de uma refeição, e que tem a função de facilitar a digestão: chá, café, armagnac, poire William, cognac...

Os 5 critérios gastronômicos
A refeição gastronômica é voltada para o fato de se estar em boa companhia, do prazer de comer, da harmonia entre o ser humano e os produtos da natureza.
« A escolha atenta dos pratos entre uma infinidade de receitas que continua a se enriquecer.
«« A compra de bons produtos, de preferência locais, nos quais há uma concordância de sabores.
««« A perfeita união entre os pratos e dos vinhos.
«««« A decoração da mesa.
««««« Um gestual específico durante a degustação (inalar e saborear o que é servido).

Desde 1972 a UNESCO classifica os mais belos lugares do mundo (patrimônio material). A partir de uma convenção assinada em 2003 ela também tem autoridade para proteger o “patrimônio imaterial” da humanidade. Por patrimônio imaterial entende-se a música, o folclore, as danças, a historia oral e tudo aquilo que faz parte da cultura de um povo e que não é de natureza física ou material.

Tradução e adaptação de Nair.
Fonte: Le journal de Montreal, nouvelles, vendredi, 19 novembre 2010. p. 19.